14 de dez de 2017

Breuil-Cervinia, Italia

Este foi um daqueles passeios em que nada sai como o planejado, mas tudo se resume no fim com boa companhia e experiencias para contar. Saímos não tão cedo de casa, com carro alugado e um roteiro novo para explorar: as montanhas de Monte Bianco (ou MontBlanc) entre a França e a Itália. Chegando lá, a cidade estava tão congelada após uma noite de nevasca, que as ruas estavam interditadas e todas as estações de esqui estavam fora de funcionamento. Ansiosos ainda para explorar o gelo, redefinimos a rota e fomos em direção a Cervinia, para uma montanha já conhecida pelo nosso amigo Vagner. Lá chegando, pudemos ver pessoas esquiando, descendo os bondinhos em balanços abertos e muitas casinhas de waffles para nos deliciar. Porém, fuén fuén fuénnn!! Total fail novamente, pois às 16 horas eles fecham para evitar que as pessoas esquiem no escuro -que é mais perigoso- e já faltavam poucos minutos para as 16 horas, o que nos impediu de entrar e descer pelo menos uma vez a montanha!

Nós poderíamos considerar como uma viagem perdida, se não fosse a beleza das cidades sobre as montanhas. São casinhas quase cinematográficas de tão belas. Ruas estreitas, estradas perigosas, curvas acentuadas que me faziam girar as idéias e uma quantidade de neve impressionante.
Meus pés ficaram quase congelados mesmo com três meias e a bota! Realmente não sei ainda qual é o sapato ideal para este passeio, mas devo dizer que meus pés doíam tanto que nos primeiros minutos meu ouvido e garganta já começaram a dar sinal de que tinha algo errado.

Inconformados com a infelicidade dos nossos planos, procuramos um restaurante para matar a fome que tinha sido ignorada até então e basicamente nenhum restaurante atendia aquele horário - depois do almoço, só começam a cozinhar novamente as 19:30 e sendo 16:30, não conseguimos nem mesmo uma pizza. Comemos paninos em um bar local e voltamos para casa com uma intercala de neve e neblina na estrada para Milão. Nada como poder esquentar os pés no nosso cobertor após tanta neve. Mas quem sabe em breve voltemos com mais sorte e preparo para a montanha...

6 de dez de 2017

Los Porongas – O Reencontro

Los Porongas foi uma banda que fez parte da minha adolescencia e sei que marcou a vida de muitos outros acreanos tambem! Os finais de semana no Espaço Eco, no canal da maternidade, não seriam os mesmos sem essa banda! O primeiro CD é ainda um dos meus favoritos e eu ousaria dizer que com ele, a banda alcançou para mim o posto de uma das melhores do Brasil.

Depois de tantos anos de estrada, os integrantes da formação original da banda acreana Los Porongas - músicos Diogo Soares, João Vasconcelos, Jorge Anzol e Márcio Magrão - convidam para o show “Los Porongas – O Reencontro”, que será realizado na Usina de Artes João Donato, no próximo dia 8 de dezembro, a partir de 22h. Na noite será exibido na íntegra o primeiro disco "Los Porongas", lançado em 2007 -aquele CD marabilhoso!

  

5 de dez de 2017

Wish List

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Catedral Vegetal - Lodi, Itália


Lodi é uma cidade italiana que possui poucos pontos turísticos de grande repercussão. Mas um artista nascido ali, Giuliano Mauri, que teve obras espalhadas por varias cidades europeias, deixou o projeto de sua segunda “Catedral Vegetal” para a cidade (a primeira é localizada em Bergamo, também na Itália). Após sua morte, a neta criou o instituto Mauri e passou a cuidar de tudo para que o espaço saísse do papel. Em uma visita com a turma do curso de Critica e Storia dell'Arte, pude conhecer pessoalmente a Cattedrale Vegetale de Lodi, inaugurada em 2016.

É uma obra aberta que podemos permear, conhecer e nos encantar. É perceptível que Mauri queria fazer uma obra totalmente ligada à natureza, uma expressão de contemplação e impacto visual. As colunas que podemos ver nas fotos guardam árvores plantadas na construção do monumento, que crescerão tomando o lugar da estrutura atual. Uma obra de movimento e de algum modo também, um reflorestamento! 😁🌿

3 de dez de 2017

Diário - Rio de Janeiro

Semana passada fui ao Rio de Janeiro, para fugir um pouco do frio que está fazendo aqui e aproveitar para marcar presença em alguns acontecimentos importantes na família do meu namorado. Os avós dele completaram 50 anos de casados e a irmã do meio deu a luz a um bebezinho lindo! Não teria momento mais cheio de festa para visitar a família e aproveitar a cidade.

Fiquei apenas seis dias mas consegui pegar dois dias de sol durante a semana chuvosa. Visitei alguns shoppings, peguei sol, tomei água de coco e recarreguei as energias nas praias maravilhosas de Copacabana e Ipanema. O papo com o Carlos Drummond de Andrade da foto abaixo foi sobre aquilo que ele já dizia: no Rio, “a gente passa, a gente olha, a gente pára e se extasia.”
Espero que gostem das fotos do meu passeio e até a próxima!