26 de fev de 2009

friozinho+petit gateau :D

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Lei Tríplice

É comum os wiccans dizerem frases, do tipo: “faça o que quiseres, se for para o bem” e outras frases, que ouvidas ou lidas por pessoas leigas em Wicca, podem ser mal interpretadas e podem levar estes leigos a pensar que nossa religião não tem qualquer tipo de controle, pois “Tudo é Permitido!”, o que sabemos que não é verdade!

A verdade é que temos a Lei Tríplice, a única Lei Wiccan, que na verdade é a mais completa, das 200.000 que poderiam existir.

Esta Lei se baseia no princípio de que tudo que fizermos retornará para nós (aquele que pratica o ato) 3 vezes maior do que fizemos inicialmente.

Veja, se desejarmos, por exemplo, que uma determinada pessoa caia e quebre o nariz, pode ter certeza que mesmo demorando este desejo inicial retornará 3 vezes maior fazendo com que você (que desejou) caia, quebre o nariz, os braços e a cabeça!

É claro que isto é apenas um exemplo, mas acho que serve para você entender o significado da Lei Tríplice.

Devemos tomar muito cuidado com tudo o que fazemos na Wicca, pois o que pensamos estar certo pode voltar como uma bomba sobre nós.

Nature Action

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Ayurveda

Ayurveda significa conhecimento da vida (ayur=vida, veda=ciência ou conhecimento). É a ciência da saúde mais antiga da humanidade possuindo mais de 5000 anos de existência.

A medicina Ayurvédica é parte da ciência védica e utiliza na sua abordagem terapêutica plantas medicinais, dieta, exercícios físicos, meditação, yoga, astrologia hindu, massagem, aromaterapia, gemoterapia (tratamento com metais e gemas), cirurgia e psicologia.

O Ayurveda afirma que existem 3 humores biológicos no nosso corpo, chamados de Doshas: Vata que possui o elemento ar predominante, Pitta onde o elemento fogo é o principal e Kapha caracterizado pelo elemento água. Vata é como o vento ou o ar em movimento; é seco, leve, sutil e agitado. Pitta é semelhante ao fogo, caracteriza-se por ser quente, oleoso e leve. Kapha é como a água: úmido, frio, pesado e frio.

Na visão ayurvédica um excesso ou deficiência destas características descritas acima indica um desequilíbrio no Dosha (humor biológico) correspondente, o que gera alterações patológicas no corpo físico.
Assim, Vata em desequilíbrio leva ao emagrecimento, debilidade, aversão ao frio, tremores, constipação, alterações no sistema nervoso, tonteira, colite, formação de gases e reumatismo. Pitta em desarmonia produz olhos e pele amarelados, fome em excesso, sede aumentada, febre, sensação de calor corporal, inflamações, infecções, azia e queimações. Kapha alterado gera fraqueza do sistema digestivo, palidez, calafrios, tosse com formação de mucosidades nos pulmões, sonolência, obesidade, hipoatividade das funções orgânicas e preguiça.

Segundo a literatura hindu a medicina Ayurvédica possui 8 ramos principais:



Medicina interna ou clinica geral
Pediatria
Psiquiatria
Doenças da cabeça e pescoço
(neste ramo estão incluídos: otorrinolaringologia, oftalmologia e odontologia)


Cirurgia
Toxicologia
Rejuvenescimento* e geriatria
Afrodisíacos*, neste capitulo estão incluídas a impotência e a infertilidade

* As ciências dos afrodisíacos e do rejuvenescimento lidam
com a prevenção das doenças
e a promoção da saúde dos indivíduos sadios.

A cosmetologia Ayurvédica, capitulo da ciência do rejuvenescimento, faz uso de produtos naturais a base de plantas medicinais com o objetivo de melhorar o brilho da pele e suavizar as rugas para isto a massagem ayurvédica é largamente empregada na Índia.

O Brasil possui uma flora riquíssima com cerca de cem mil espécies vegetais, destas em torno de duas mil são usadas para fins medicinais.
Segundo o médico indiano Dr. Chowdhury Gullapalli, que possui mais de 40 anos de experiência com Ayurveda, cerca de 80% das plantas medicinais utilizadas no sul da Índia existem no nosso país e podem ser empregadas na visão da tradição Ayurvédica.

O ser humano deve seguir um estilo de vida saudável que de acordo com a medicina Ayurvédica leva a uma mente tranqüila e um espírito harmonioso.

Na ciência védica é muito importante que a pessoa tenha uma vida guiada pela sabedoria, que irá proporcionar um bem-estar em todos os níveis do individuo, físico, psico-emocional, social e espiritual, que é o objetivo final do Ayurveda.

Texto tirado do site ayrveda.com.br

Dica: Auto Massagem Ayurvedica

Buscando contato com o céu

Esse exercicío simples, segundo mestre Cao Yin Mig, pode ter a capacidade de transformar as energias emcocionais negativas, como a tristeza e a melancolia, em abertura e entusiasmo. O exercício pode ser particado em pé ou sentado. Veja como fazer:

Ao inspirar, levante o antebraço, e depois o braço todo, para a frente até a altura do rosto, com as palmas das mãos viradas para fora. Agora levante me os braços com as mãos viradas para fora e olhe para o alto, como se estivesse buscando contato com o céu. Então comece a expirar, enquanto desce os braços para os lados, com as palmas viradas para a frente. Porcure esticá-los um pouco para trás, para ter a sensação de abrir o peito. No final da expiração, concentre-se nas sensações dos polegares e fique assim por alguns momentos. Repita 7 vezes.

Chi kun, a arte de fortalecer a energia

O Chi Kun (também chamado de Qi Gong) foi criado há mais de três mil anos e está na base das artes marciais chinesas. Antes de praticá-las, os antigos mestres da China ensinavam seus discípulos a fortalecer sua energia com os exercícios de Chi Kun, para depois modulá-la nos golpes e movimentos corporais de cada arte marcial. O raciocínio é simples: antes de empregar a força vital, é preciso torná-la forte e equilibrada. Essa regrinha de ouro foi muitas vezes esquecida pelas artes marciais que chegaram ao Ocidente. Mas o que poderia ser prejudicial ao Chi Kun, acabou o beneficiando. A técnica passou a ser ensinada como arte autônoma em muitos países. Tanto na China de hoje quanto no Ocidente, o Chi Kun ganhou espaço e influência.

E o que é o Chi Kun? Basicamente é um trabalho (gong, em chinês) sobre a energia (chi ou qi) que circula pelo corpo. Em outras palavras, é como cultivar de forma integrada a energia corporal (jing), a energia mais sutil (chi) e a energia espiritual (shen). E para isso o Chi Kun se utiliza não só de exercícios físicos suaves como também usa recursos extras inesperados, como a força da visualização, dos sons e das cores, entre outros. “O Chi, a energia vital, pode ser conduzido por meio das imagens que temos em nosso pensamento. Por isso as utilizamos nos exercícios de Chi Kun”, diz mestre Cai (pronuncia-se Tsai) Wen Yu, que há sete anos ensina Chi Kun nos parques de São Paulo, Rio e Campinas.

Existem mais de seis mil métodos de Chi Kun e, por isso, podem existir muitas diferenças entre os exercícios ensinados por cada mestre. Uns empregam a visualização em níveis mais adiantados, outros logo no começo. Mas em essência, ele serve para desbloquear a energia sutil, fortalecer o espírito e a autoconfiança e, por último, dissolver problemas emocionais

Para cada órgão, uma cor
Para entender como funciona o Chi Kun, é preciso conhecer os princípios da medicina tradicional chinesa. De acordo com ela, cada órgão vital do corpo pode ser estimulado por seus tons e cores correspondentes. O figado por exemplo, é o órgão que aciona a raiva. Sua cor é o verde, que ajuda a equilíbrá-lo. “É por isso que todo mundo se acalma ao olhar um campo verdejante ou quando mergulha o olhar por entre as folhas das árvores”. Já o som que tranqüiliza o fígado é o fuuuuuu, que simula o ruído aspirado que a gente faz ao assoprar uma vela. Com esse som, e a postura apropriada, podemos acalmar o calor da raiva’, diz o mestre Cao Yin Ming (pronuncia-se Tsao), do Instituto Brasileiro de Acupuntura e Chi Kung Brasil-China, de São Paulo.

“O Chi Kun nos dá vários instrumentos para desbloquear a energia, vitalizar órgãos e num estágio mais avançado, realizar uma completa transmutação energética, num processo de alquimia interna chinesa” diz Patricia Aguirre, instrutora do método Healing Tao, criado pelo mestre coreano Mantak Shia. Ele esteve em contato com as mais variadas linhagens chinesa de Chi Kun e, posteriormente, desenvolveu sua própria metodologia, que faz grande sucesso no Ocidente. Dentro dos níveis iniciais do Healing Tao também se ensina o uso da energia sexual para a transmutação energética, numa técnica chamada de Healing Love. A terapeuta Ely Britto, que trouxe o método de Mantak Chia para o Brasil, diz. “O Healing Love é apenas um nível de prática básico, nosso jardim de infância. Seu objetivo é nos ensinar a poupar e a recuperar a energia perdida. Mas a verdadeira alquimia interna chinesa, ensinada em estágios mais avançados, se inicia com a Fusão dos Cinco Elementos, que produz uma energia refinada, utilizada para nosso desenvolvimento espiritual” conta Ely. “No Chi Kun comum se procura equilibrar as energias do corpo e a vitalidade mas na alquimia interna, a sua forma mais avançada, a intenção é a produção dessa força interna mais sutil”.

“O Chi Kun é muito interessante porque nos devolve a responsabilidade pela nossa própria saúde. Ele nos dá todas as práticas necessárias para o seu reestabelecimento – o resto é conosco”, diz Luciana de Cravalho, instrutora de Chi Kun da Escola Bin Yun, ensinada pela mestra Fan Xulan. “No começo do aprendizado é necessário a presença de um instrutor mas, depois de percorridos alguns níveis, a pessoa pode fazer os exercícios sozinha, de forma independente. Nos dias corridos de hoje, é uma grande vantagem”, diz Luciana.

Para o mestre chinês Cao Wen Yuy, sete regrinhas básicas encerram a postura ideal para quem quer praticar o Chi Kun. Elas falam de como estar tranqüilo e integrado com universo, abençoados pela energia de nossos antepasssados e em comunhão com todos os seres. Mestre Cai ensina o Chi Kun em parques, como o da Aclimação em São Paulo, pois privilegia o contato com natureza. Ele está ligado à linhagem do Lao Qi Gong, o Chi Kun antigo, uma linha tradicional chinesa.

Vamos ver agora a atitude correta para aprender o Chi Kun, segundo o mestre Cai Wen Yu:

1. Percepção
A maneira tranqüila e suave de se conduzir o pensamento e a elegância dos movimentos são muito importantes no Chi Ku. Bem conduzidos, pensamento e movimento geram uma satisfação interna especial, um bem-estar espiritual. Para isso, devemos pensar que quando, no treino, as coisas se mostrarem difíceis, podemos encará-las como fáceis; quando duras, flexíveis; quando grosseiras, suaves; quando impossíveis, possíveis.

2. Expansão
Para praticar o Chi Kun é necessário cultivar o sentimento de amplidão, abertura e expansão. A visualização pode nos auxiliar: imaginar-se tão vasto como o oceano ou como uma paisagem que se vê do alto de uma montanha pode ajudar muito. Dessa maneira, adquirimos mais abertura, confiança e coragem para viver e perdemos o medo de enfrentar as dificuldades. O pensamento, conduzido dessa maneira, não encontra mais amarras ou bloqueios emocionais. A sensação de amplidão nos traz tranqüilidade emocional, paz de espírito e relaxamento.

3. Perdão
Os sentimentos de vingança, raiva, tensão, tristeza, inveja, enfim, todas as emoções aflitivas, nos enfraquece e desestabililiza. A melhor maneira de eliminar esses sentimentos é perdoar, pois só o perdão pode trazer o equilíbrio interno da energia e, com isso, mais saúde, vigor e bem estar


4. Respeito ancestral
Todas as informações da vida nos foram transmitidas, de geração em geração, pelos nossos antepassados. As vidas de nossos antepassados estão presentes no universo em forma de energia -- e essas forças podem nos ajudar a qualquer momento. Estar conectado com os antepassados e ter gratidão por eles é uma forma de purificar nossos corações e trazer a força de nossa raiz para nossa vida.

5. Inocência infantil
Quando treinamos o Qi Gong, nos lembramos das coisas engraçadas e felizes da nossa infância, o tempo de expontâneidade, pureza, força e alegria anterior à nossa primeira dentição. Pensando e nos visualizando como cranças felizes, podemos despertar

6. Mar de energia
O lugar onde vivemos é um mar de energia. Essa energia está em nós e nós vivemos nela. Quando treinamos, sentimos o espaço e o tempo de maneira distinta, como se estivessemos dentro de outro universo. É a hora para esquecer de nós mesmos, de quem somos, não pensar se somos bonitos ou feios, bons ou maus. È preciso esquecer de nossa própria existência como indíviduos para poder estar em comunhão total com outros seres e o Universo. No Taoísmo, esse estado é chamado de Huanghu, ou não existência individual. Somos todos e tudo, ao mesmo tempo.

7. Três espaços e tempos
Como podemos compreender o passado, o presente e o futuro? Nós tendemos a recordar situações passadas e a projetar situações futuras. O segredo é manter-se atento ao presente, ao eterno agora. Viver do passado cria apego, assim como projetar o futuro. Esses apegos nos prendem a imagens passadas ou futuras, nos impedindo de estar vivendo a vida. Eles podem ser dissolvidos quando nos concentramos no aspecto presente